domingo, 18 de novembro de 2018

Parabéns para os CUBANOS

brasil-mais-medicos

Parabéns para os CUBANOS!


Escravidão eu não sei se era,
Só sei que aqueles humanos,
Entravam em qualquer lugar,
Perímetro rurais ou urbanos,
E onde muitos não entravam,
Aqueles heróis lá estavam,
Parabéns para os CUBANOS!


Cuidaram bem da saúde,
De quem não tinha planos,
Remediou muitas pessoas,
Que viviam em desenganos,
Com eles não tinha varedo,
De nada eles tinham medo,
Parabéns para os CUBANOS!


Trabalharam com muito amor,
Não tavam aqui por enganos,
Pois, aproveitaram as ofertas,
Pondo em prática seus planos,
Honraram as suas profissões,
Trabalharam em muitas regiões,
Parabéns para os CUBANOS!


Estavam em muitos Estados,
E isso já tinha alguns anos,
Fez consulta para os cariocas,
E para os povos sergipanos,
Trabalharam lá em Alagoas,
Pois, são muitos gente boas,
Parabéns para os CUBANOS!


Mais Médicos para o Brasil,
Para todos os Pernambucanos,
Mais Médicos pra os cearenses,
Para os nossos irmão baianos,
Mais Médicos para o Nordeste,
Eita, médicos cabras da peste!
Parabéns para os CUBANOS!


Vão deixarem muita saudades,
Esses guerreiros americanos,
Que se doaram por inteiros,
Em todos os seus cotidianos,
Enquanto eles vão partindo,
Ficamos daqui aplaudindo!
Parabéns para os CUBANOS!


( Ivanildo Souza, o Poeta Afamado! )


Ivanildo Souza, Poeta Afamado_thumb[1]_thumb[1]Sobre o autor: Ivanildo Souza de Jesus (1975) é conhecido em todo o estado de Sergipe como Poeta Afamado. Seu talento é reconhecido por onde passa. Estreou na literatura Japaratubense em 2000, vindo a publicar seu primeiro livreto em 2014, pela JHS Publicações, primeira editora de Japaratuba.

sábado, 2 de dezembro de 2017

A Solidão não é o fim…

Boa noite_02.12.2017

Se na vida tudo fosse fácil
Talvez, a conquista fosse inútil
Não tivesse o doce sabor
E a lembrança fosse fútil
Se para amar tem que ser assim
Longe o corpo, perto o pensamento
Quero celebrar esse momento
Pois, a solidão não é o fim...!

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

QUER VIAJAR? A leitura como forma de autoconhecimento

F. J. Hora

Ler na viagem ou viajar na leitura?

Os livros proporcionam algum tipo de informação, conhecimento e, principalmente, entretenimento. Através dele você conhece outros mundos, outras culturas ou até mesmo em mundos ficcionais dos livros de romances.


SUGESTÕES DE LEITURA

PACIÊNCIA E ESPERANÇA

Folha verde - orvalho

Caminhe sempre com fé

Espere sempre paciente

Na vida, não estamos só

Pois, há quem nos oriente


Uma luz que nos guia

Que nos dá a bonança

Depois de cada tempestade

Plantando sementes de esperança.


HORA, F. J. 30.11.2017. Todos os direitos reservados.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

ALHURES OU ALGURES…?

Publicação2_poesias_alhures

Alhures ou Algures...?

                                      F. J. Hora


No mundo, não mais musa! Ah, quem me dera...

Ter um lugar onde seja companheira a solidão

Porque é inimigo de toda a sua bela inspiração

Quem ver no barulho o despontar da quimera

(…)


REFLEXÃO

Uma das angústias do eu-lírico: o barulho infernal. Esse é um dos temas mais recorrentes da poesia de Flávio Hora. É através desse tom filosófico de sua arte que o poeta expressa toda a sua percepção sobre o seu tempo.

SONETO: Meu coração triste derrama o pranto

Se-a-tristeza-falasse

SONETO

                  F. J. Hora


Meu coração triste derrama o pranto

E repito sem mágoa meu lamento

Não do corpo, mas, do seu pensamento

Que do meu sonho já não chega a tanto


Não quero você chorando no canto

Não te desprezo, mas, não fico atento

Com a sua tristeza em cada momento

Da sua vida resumida no pranto


E veja a dor colocada no peito

Que de modo triste viestes pesada

Nas palavras que ficaram sem jeito


Mas, de todo modo, és minha amada

E só tens por mim o único defeito:

O de não entender a lição dada!


Flávio de Jesus Hora. Poemas e Canções. 2000. Todos os direitos reservados.


REFLEXÃO

O soneto de F. J. Hora (nome artístico de Flávio de Jesus Hora, Flávio Hora) é um típico poema decassílabo. O tema é a tristeza e a desilusão com que o eu-lírico encontra-se frustrado com a falta de entendimento, pois, a forma rude de manifestar o “amor”, ora, triste, ora ofensivo, não preocupa o poeta.

LEIA UM LIVRO: A leitura como válvula de escape para o estresse



Pesquisas mostram que a leitura de livros, principalmente poesia, fazem mais efeitos do que livros de autoajuda, isso porque a linguagem poética consegue penetrar fundo na consciência e agir diretamente na alma de quem lê.
A leitura de poesia, antes vista como coisa de mulher, hoje sabe-se que as mensagens transmitidas dialogam com o leitor e aproximam as intenções de quem escreve em compartilhar alguma dor, alegria ou emoção e muitos se identificam com aquela situação, sonham ou até mesmo revive momentos e situações.

O mais novo trabalho de F. J. Hora, Fim de Primavera, está recheado desses temas de reflexão, de lembranças, de saudades do que vivemos e do que não vivemos. 



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