quarta-feira, 29 de novembro de 2017
LEIA UM LIVRO: A leitura como válvula de escape para o estresse
terça-feira, 23 de julho de 2013
A SISTEMÁTICA ILUSÃO
Por F. J. HORA
Constantes momentos por decisões
Que a vida tem teorias
Por não serem tão sábios
Cheios de intelecto e precisão,
Como alguém inútil
Abrangendo um padrão desprezível
Por um nível elevado de sabedoria
Como a razão filosófica
Do mundo artístico e social
Descoberto como um tiete
Uma cultura construtiva
Que é como um deus
Pois, as aparências são únicas
Numa realidade operativa
Sem algo mais a descobrir.
Este projeto, talvez, único,
Que estabelece ideias negativas
Somente por fatos transparentes
Que ultrapassam os limites da fantasia
Trazendo inúmeros atrasos
Sem a visualização do espaço
É emocional e não racional.
Isso até que é cultural
Mas, não é tão poético
Quanto ao final das palavras
Transformadas em emoção
Por planos de incentivo
À formação de ideias equivocadas
Sem a exatidão científica
Onde a busca filosófica
Não é completa e satisfatória
É falsos contos e histórias.
Como se fosse único
Tornou-se o padrão individual
Que torna o mundo igual,
Movido por um inexato ideal,
O sentimento com a razão,
Tão somente sem solução
É como a arte de estudar
Não só por plena obrigação
Deste mundo sem pensar
No erro da sistemática ilusão[1]
[1]O uso do termo sistemática ilusão é uma crítica aos valores que o fim do século XX impôs na mentalidade humana. Na verdade, o eu-poético quer evidenciar o contraste entre a qualidade de vida pregada pela vida moderna e o estresse resultante dessa experiência.
Entende-se por ilusão todas as manifestações de conformismo inseridas através da mídia na cultura popular.
Pág. 13 de Poesia do Novo Tempo. Editora CBJE: Rio de Janeiro, 2012.
Autor: Flávio de Jesus Hora – Escritor, poeta, romancista e crítico literário. Atualmente cursa Ciência Contábeis pela Universidade Tiradentes (UNIT). Publicou em 2012 o seu primeiro livro Poesia do Novo Tempo pela Editora CBJE, Rio de Janeiro.
terça-feira, 17 de julho de 2012
POEMA DO REENCONTRO
segunda-feira, 2 de julho de 2012
2012: CENTENÁRIO DO REI DO BAIÃO
domingo, 24 de junho de 2012
ANJO DA LUA
sexta-feira, 11 de maio de 2012
A Busca do Eu
CANTO I
Em busca do eu
O corpo em mim deseja
Mas, o espírito está frustrado
E assim olho para o meu estado
E vejo o que em mim sobeja,
É um sentimento desumano
Uma busca intensa, precaução
Enquanto o corpo vive a ilusão
O espírito cai logo em desengano.
Tão perplexo fico e com medo
De mergulhar no desconhecido
Um mundo aparente escondido
Obscuro e cheio de segredo,
São os problemas da alma
Mas, ainda quem me acalma
É ver a luz do dia logo cedo
Porque vejo a vida renascer
Um novo dia ali surgir
E o que me dá mais prazer
É com a natureza interagir.
Um súbito desejo sai da carne
Pela carne que ardente vejo
Tão intenso querendo devorar
E o espírito então, no ensejo,
Sente a essência palpitar
Pelo olhar, pelo jeito,
Que venha a lhe completar
E logo a ilusão carnal
Cai por terra sem satisfação
Desejando tão grande emoção
Da força viril e animal.
Logo eu que tanto prezo
O amor verdadeiro, único,
Para todo o sempre, eterno,
Sinto-me invadir a paixão natural
E os sonhos de uma vida
Parecerem coisa anormal
Sem sentido o mundo meu
Vejo o destino fatal
Da busca eterna pelo eu
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
7 de Setembro
PÁTRIA AMADA
O orgulho que nos dá a pátria
É o mesmo que expressou a vontade
De um povo que hoje é feliz
Por causa de uma antiga liberdade,
Liberdade de ser brasileiro
De ser dono do seu país,
Com o símbolo verdadeiro
Verde, amarelo, azul anil,
A cara e alma do nosso Brasil.
Mas, a nova liberdade,
O fim das modernas paixões,
Como os vícios da bela idade
Mostra que temos uma luta
Contra as drogas e as prisões
Para que da pátria amada cada membro
Possa, de cabeça erguida,
Marchar o 7 de Setembro!

